quarta-feira, 29 de junho de 2011

Provas de Fogo para Líderes
Fonte: Harvard Business Online
 
O que faz um líder inspirar confiança, lealdade e dedicação ao trabalho de seus comandados, em detrimento de outros com igual visão e inteligência, que fracassam nesse aspecto?
 
As formas como as pessoas lidam com a adversidade fornecem dicas sobre isso. 
 
Líderes extraordinários encontram sentidos para eventos negativos e aprendem com eles. Como a fênix que renasce das cinzas, eles saem dessas situações fortalecidos, mais confiantes em si, em suas propostas e mais comprometidos com os papéis que desempenham.
 
Tais eventos transformadores são chamados de "prova de fogo"- um teste duro e diferenciador. As "provas de fogo" são intensas, frequentemente traumáticas e comumente ocorrem sem serem planejadas.
Algumas delas chegam a ser violentas e ameaçam a vida (doenças, por exemplo); outras são mais positivas, ainda que profundamente desafiadoras (como chefes exigentes, etc).
Quaisquer que sejam os formatos dessas provas, os líderes criam narrativas de como se defrontam com elas e principalmente, como saem melhor delas.
 
HABILIDADES ESSENCIAIS DE LIDERANÇA
 
Quatro habilidades tornam líderes aptos a aprender com a adversidade:
 
1- Saber envolver outras pessoas, compartilhando com elas o significado da adversidade.
2- Ter voz ativa e distinta.
3- Ter integridade.
4- Ter capacidade de se adaptar. Esta é a habilidade mais crítica e inclui a competência em compreender o contexto da dificuldade. E isso demanda a sabedoria de dar o peso correto a diversos fatores (por exemplo, como as pessoas irão interpretar cada gesto tomado.) Sem essa qualidade, os líderes não conseguem se conectar com seu "eleitorado".
 
Além disso, líderes extraordinários têm algo em comum: são "duros na queda". Isso lhes dá perseverança e resistência, atributos necessários para se manter esperançoso, independente de qual foi o desastre.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Homem e Natureza

O homem, ao longo de sua evolução, passou a utilizar a natureza para obter recursos para seu desenvolvimento. Tudo a nossa volta é criado a partir de recursos naturais.
A tensão entre Homem e Natureza se acentuou especialmente com os processos industriais por ele criados. Esse processo é visto como gerador de desenvolvimento, empregos, conhecimento e maior expectativa de vida. Porém, o homem se afastou do mundo natural. Com o desenvolvimento industrial e o surgimento da era tecnológica, contaminamos o ar, a água e o solo e colocamos em risco a sobrevivência do planeta.
O elevado índice de consumo e a consequente industrialização esgotam, ao longo do tempo, os recursos da Terra. Muitos desastres naturais são causados pela ação do homem no meio ambiente.
Por outro lado, novas organizações e empresários realizam seus negócios já com uma consciência ambiental, tentando utilizar o mínimo de recursos naturais e reaproveitar os já utilizados.
Hoje começa   a existir uma maior percepção e valorização do meio ambiente, mas  a humanidade está longe de aprender a consumir e interagir com os recursos limitados da Terra.
Alguns princípios básicos como a percepção e valorização dos ecossistemas podem servir para orientar o desenvolvimento de técnicas que gerem o equilíbrio entre o homem e a natureza.
Bibliografia
http://geoconceicao.blogspot.com/2010/02/da-origem-do-universo-marques-de.html
http://ecoviagem.uol.com.br/fique-por-dentro/artigos/meio-ambiente/meio-ambiente-e-sociedade-as-relacoes-homem-natureza-1316.asp
BERRY, Thomas. O Sonho da Terra. Petrópolis: Vozes, 1991.
http://www.responsabilidadesocial.com/article/article_view.php?id=141
http://mais.uol.com.br/view/1a4mf7kgzl0w/meio-ambiente-e-sociedadeas-relacoes-homemnatureza-040218356CD89993A6?types=A&

sábado, 25 de junho de 2011

AGROECOLOGIA

ANA - Articulação Nacional de Agroecologia

A Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) reúne movimentos, redes e organizações engajadas em experiências concretas de promoção da agroecologia, de fortalecimento da produção familiar e de construção de alternativas sustentáveis de desenvolvimento rural.

A atuação da ANA está ancorada em dois objetivos principais: de um lado, favorecer os fluxos de informação e o intercâmbio entre as experiências concretas e as dinâmicas coletivas de inovação agroecológica e desenvolvimento local, integrando esforços de movimentos sociais e de redes locais e regionais. De outro lado, fortalecer a capacidade do movimento agroecológico de refletir sobre suas experiências, sistematizando e socializando seus ensinamentos, e construindo propostas de políticas públicas para fortalecimento do campo agroecológico.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Greenpeace

Greenpeace: "http://www.greenpeace-comunicacao.org.br/email/cyberativismo/ciber_08-06-2011.html


Filie-se
Pare Angra 3

Olá, ciberativista

O Greenpeace foi ontem até a embaixada da Alemanha em Brasília para expor uma contradição do governo de Angela Merkel, que apresentou um plano para livrar seu país da geração nuclear até 2022, mas manteve o financiamento alemão que viabiliza a construção da usina nuclear de Angra 3.

Apesar dessa estranha concepção de que o que não é bom para a Alemanha é bom para o Brasil, Merkel pelo menos tomou uma atitude contra uma forma de energia que, como provam Chernobyl e Fukushima, não é apenas cara mas extremamente perigosa.

Merkel não está sozinha. Na esteira do acidente com os reatores de Fukushima, vários outros países – China, Suíça, Estados Unidos – reviram as políticas de expansão de seus parques nucleares ou apertaram os requerimentos de segurança. Aqui, o comportamento do governo em relação ao assunto tem sido caracterizado pela mais absoluta falta de transparência.

Nem a ciber carta que dirigimos à Dilma depois de Fukushima conseguiu quebrar o silêncio do governo sobre nuclear ou decidir de forma clara sobre o futuro energético do Brasil. A carta foi assinada por quase 40 mil pessoas que continuam sem resposta sobre seu pedido para suspender a construção de Angra 3. Essa postura é um claro sinal de que precisaremos redobrar nossos esforços para livrar o país desta geração de energia cara e suja. E a sua participação, apesar de não demover Dilma, é um imenso incentivo a nós do Greenpeace. A todos que assinaram a carta, nosso mais profundo obrigado.
Fique de olho na campanha de energia do Greenpeace.

Ricardo Baitelo



Abraços,

Ricardo Baitelo
Coordenador da campanha de Energia
Greenpeace

– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"